Bolo Mousse de Chocolate (sem farinha)

Partilha a tua sensação

Talvez seja cedo para partilhar receitas açucaradas, depois dos quilos de açúcar que ingeri na Páscoa. Bem, talvez não tenham sido quilos. Deixa ver: foi um creme queimado delicioso, um pão de são bento com queijo, diversas fatias de pão-de-ló e amêndoas. Acho que vou estar de dieta até ao Natal. Mas antes disso, uma pausa para experimentar este maravilhoso bolo.


Andava há imenso tempo para confeccionar um bolo super forte em termos de sabor a chocolate. Eu adoro chocolate, posso até dizer que sou viciada em chocolate. Se bem que nos últimos tempos, por diversos motivos de saúde, o consumo tem sido racionado a doses pequenas e em ocasiões especiais, ou de tempos a tempos. Todavia, retirar por completo o chocolate da minha alimentação está fora de questão. O chocolate dá felicidade. E nos tempos que correm devemos aproveitar todos os motivos para sorrir, certo? Por isso, na despensa cá de casa, não pode faltar chocolate negro com mais de 70% de cacau. Assim, sempre que me dá a gana de chocolate, recorro a um quadradinho pequeno desta preciosidade. Este bolo tem por base a receita de Kladdkaka – Swedish chocolate cake, da blogger Call me Cupcake. Espero que gostem desta minha versão.



ljmdaejcdioejcdfeiow



Bolo Mousse de Chocolate (sem farinha)

Ingredientes
200g de manteiga
200g de chocolate negro (70% de cacau)
1 chávena (cheia) de café forte
4 ovos (à temperatura ambiente)
140 g de açúcar branco refinado
Raspas de um limão

Aquecemos o forno a 180Cº e forramos uma forma (de 22 cm) com papel vegetal. Derretemos a manteiga e o chocolate numa caçarola em lume brando. Juntamos o café a esta mistura e reservamos. Numa tigela grande misturamos os ovos com o açúcar e a raspa de limão até obtermos um creme leve e fofo (batemos aproximadamente 5 minutos). Adicionamos com uma espátula a manteiga e o chocolate à mistura dos ovos. Mexemos até obtermos uma massa consistente. Vertemos a massa na forma e levamos ao forno durante cerca de 40 a 45 minutos. Deixamos o bolo arrefecer por completo antes de remover da forma. Pode ser servido frio, com bola de gelado ou apenas com açúcar em pó por cima.

Ler mais

Pastéis de Grão-de-Bico e Ervas Aromáticas

Partilha a tua sensação
(...) Cresci numa casa velha, numa aldeia do interior. A porta de entrada da casa velha abria para um imenso pátio de cimento tosco. Não que ele tivesse um tamanho desmesurado. Antes pelo contrário. Ficava confinado entre a casa da minha tia do lado, que na realidade não era minha tia, e a casa da minha visavó. Estamos a falar de cerca de dez metros quadrados, não mais, que acolheram durante anos toda uma aldeia. Quase todos os fins-de-semana ou quando o ambiente festivo assim o pedia, as mesas corridas e rústicas eram colocadas em banda ou lado a lado.


Os petiscos lançavam um ar convidativo e a porta, inexistente entre o pátio e a rua, estava sempre aberta. À mesa sentavam-se os problemas, sentavam-se as alegrias, sentava-se a vida e tratavam-se os vizinhos por tu. Porque toda a gente se conhecia e comungava à mesma mesa, independentemente das crenças religiosas, da conta bancária ou do estrato social. E naquele pátio, à entrada de minha casa, havia sempre um copo para oferecer, mesmo que fosse de água, e algo para trincar. Não só oferecíamos, como as mesas se enchiam de sabores de outras casas, de outras tradições, de outras maneiras ed confeccionar. E foram tantas as histórias, diferentes, inusitadas, divertidas que ouvi entre copos e petiscos. Como a primeira vez que vi um dólar ou que me falaram sobre como é viver naquele continente longínquo que é a América. Como a primeira vez que conheci uma pessoa que falava uma língua estranha (e que percebi mais tarde que era alemão). Eu adorava aquela dinâmica de haver sempre lugar para mais um, mesmo que esse mais um fosse estrangeiro e falasse uma língua estranha.




Até me podem dizer que os portugueses na generalidade não são assim, mas foi assim que eu cresci, num pátio aberto para o mundo, sempre rodeada dos melhores copos (na altura de gasosa de laranja) e dos melhores petiscos. Por isso aqui fica o meu contributo para que continuemos a ser um povo de copos (mesmo que sejam de água ou de gasosa) e petiscos.


PASTÉIS DE GRÃO-DE-BICO E ERVAS AROMÁTICAS

Ingredientes
350gr de grão-de-bico cozido
1 cebola pequena
1 colher de chá de pimenta preta
1 colher de chá de orégãos (secos)
1 colher de chá de salsa (secos) 
1 colher de chá de pasta de alho 
1 colher de chá de pasta de manjericão 
8 colheres de sopa de farinha de trigo 

Num robô de cozinha, trituramos o grão-de-bico com a cebola, a pimenta preta e a colher de pasta de alho. Trituramos bem até que todos os ingredientes estejam bem envolvidos. Vertemos numa taça e juntamos os orégãos, a salsa e a pasta de manjericão. Peneiramos as oito colheres de sopa de farinha para dentro da taça. Amassamos muito bem, até a farinha estar completamente integrada na pasta de grão-de-bico. Levamos a taça ao frigorífico durante cerca de meia hora. Devemos obter uma massa possível de ser moldada. Moldamos os pastéis a gosto e fritamos em óleo bem quente.

Nota: Para confeccionar esta receita usei ervas aromáticas secas. Contudo, se tiverem oportunidade usem ervas frescas para dar um sabor mais genuíno e mais forte 


Ler mais

Bolinhos de Amor e Canela

2 sensações partilhadas
Durante muitos anos, os primeiros foguetes que se ouviam na manhã de Domingo de Páscoa davam o sinal de que a romaria estava a começar. Ouvia-se sempre o mesmo comentário: "o Padre já anda nas quintas". Iniciava-se o alvoroço pacífico à espera da cruz, dos beijos, das aleluias. A mãe dava os últimos retoques na mesa de Páscoa. Ajeitava-se o envelope destinado à igreja, enchia-se a mesa de pequenas delícias e nunca podia faltar uma laranja vistosa. Assim que a cruz e a sua comitiva pousava o pé dentro da nossa quinta, os cães ladravam em sinal de intrusão clara. A partir desse momento, a Páscoa podia-se instalar noutro tipo de azáfama, noutro ritual tão importante, como o de preparar uma mesa farta para a família. E acreditem cá em casa, a Páscoa assemelha-se ao Natal. Convida-se meio mundo e o forno de lenha não arrefece durante dias.





Ainda hoje, continua a ser este o cenário. Mesmo afastada daquele que foi outrora o meu ninho, continuo a praticar estas rotinas pascais. Gosto de me erguer cedo e rumar até à casa que recebe a cruz, que acolhe as aleluias e na qual identifico a Páscoa. Por mais anos que passem, há uma magia muito familiar e muito agradável em redor da minha Páscoa.




Existe uma receita que nunca falha na mesa de Páscoa. Uma receita bastante simples, que brilha pela sua simplicidade, por não ter açúcar a mais, pela sua versatilidade (serve para pequeno-almoço, almoço, lanche ou jantar) e que muitas vezes na família oferecemos em substituição das tradicionais amêndoas.Além disso, tem sempre um ingrediente especial, que até está identificado no nome: o Amor. De onde surge este nome? Não sei, mas que estes são Bolinhos especiais, são.











Bolinhos de amor e Canela

Ingredientes para a massa
225g de manteiga amolecida
140gr de açúcar branco refinado
2 ovos grandes
400gr de farinha de trigo autolevedante
1 colher de chá de bicarbonato ed sódio
1 colher de café de cardamomo

Ingredientes para a cobertura de canela
3 colheres de sopa açúcar branco refinado
2 colheres de sopa de canela

Colocamos a manteiga e o açúcar numa tigela e misturamos bem com uma colher de pau. Sem parar de mexer, adicionamos os ovos e o cardamomo. Peneiramos para esta mistura, a farinha e o bicarbonato de sódio. Misturamos tudo muito bem até os ingredientes ligarem perfeitamente. Moldamos uma massa numa bola, embrulhamos em película aderente e levamos ao frigorífico durante 30 a 60 minutos. Aquecemos o forno a 180ºC e forramos dois tabuleiros com papel vegetal. Num prato raso, juntamos as três colheres de sopa de açúcar e a canela Retiramos a massa do frigorífico e moldamos pequenas bolinhas. Rebolamos cada bolinha na mistura de canela para as revestir. Dispomos num tabuleiro, bem separadas entre si. Levamos ao forno durante 12 a 15 minutos, até os bolinhos ficarem douradinhos. Deixamos arrefecer nos tabuleiros entre 5 a 10 minutos. Transferimos os bolinhos de canela e amor para uma rede metálica para arrefecerem completamente.



Ler mais

Panquecas de Aveia, Linhaça e Cacau Cru

Uma partilha
Há um ano atrás preparava-me para um dos dias mais importantes da minha vida. A azáfama estava instalada e a dominar por completo a minha sanidade mental. Se por um lado eu estava super orgulhosa e feliz daquele momento, a verdade é que esse momento trouxe um grau de stress e pressão que nunca tinha sentido em toda a vida. Como já referi noutros posts, tratou-se de um casamento DIY, que apesar de pequeno e singelo necessitou de muitas horas de sono perdidas, muitas marteladas nos dedos, alguns arrufos com o noivo e uma capacidade de wedding planner que não tenho, nem desejo ter. A juntar a isso a ausência de férias antes do casamento, para poder fazer as montagens com antecedência, e deixar quase dois meses de trabalho laboral adiantado para gozar a lua-de-mel em paz e harmonia. Há um ano atrás as minhas amigas e familiares brincavam comigo sobre as massagens e tratamentos de beleza que ia fazer antes do dia de casamento. Quais massagens? Quais tratamentos de pele? Não soube do que falavam.
Porque é que um ano depois escrevo sobre este assunto? Porque estou ressabiada? Porque não gostei daquele momento especial? Nada disso. Antes pelo contrário, todos os esforços conduziram-me a um dia simplesmente magnífico, sem stress, apenas de partilha e comunhão com o meu noivo e com as nossas famílias. Um dia simples, simples, mas cheio. Contudo, há um ano atrás o mundo fazia-me correr para poder-me casar. E comecei a aperceber-me que o mundo tem tido este comportamento imensas vezes, fazer-me correr quem nem uma louca sempre que quero dar importância à vida pessoal. Apercebi-me que o casamento não era stressante, era tudo o que à volta se imponha, tudo o que à volta tinha primeiramente de ser preenchido para que a parte pessoal se pudesse afirmar. Não deveria ser ao contrário? Deveria a vida pessoal, familiar e intima ter mais importância e privilégio em detrimento de outras situações? Não descartando responsabilidades (que cada um terá de certeza), há hoje em dia uma imposição de atingir objectivos, de corresponder aos números que desvirtua quem somos. Costumo falar muitas vezes deste assunto no blogue. Talvez seja a minha forma terapêutica de aliviar o que sinto em relação a este sistema rotineiro que nos obriga a correr atrás de nem sei bem quê. O ano que passou tem-me mostrado que abrandar o ritmo é tão importante que respirar.



Permitiam-me recorrer a filosofia de pacotilha: a vida é curta. Respirem, aproveitem os vossos namorados e namoradas, os vossos pais, os vossos filhos, os vossos maridos e esposas, os vossos amigos, aproveitem aqueles momentos que são verdadeiramente especiais e não deixem que nada, nem ninguém se sobreponha ao que querem para a vossa vida. Desse lado devem estar a dizer: falar é fácil. Sim falar é fácil e não vale a pena nos revoltarmos. Depende é de cada um de nós encontrar o seu caminho, a sua forma de se defender. Se desde o ano passado até hoje tenho conseguido abrandar ou tenho sabido colocar as barreiras necessárias para afastar as pessoas e as coisas que não interessam na minha vida: mais ou menos. Mas tenho tido essa consciência, que se tem materializado em fim-de-semana mais relaxados sem pensar nas responsabilidades sociais e laborais, em pequenos momentos, de pequenos-almoços diferentes e em pleno namoro, em actividade em família, em menos horas de trabalho, em menos pessoas negativas à minha volta, em mais nãos e em massagens e em tratamentos de pele. Claro que para ilustrar este desabafo tão pessoal, tinha de recorrer a uma receita simples, leve mas acima de tudo que permite calma, quer a confeccionar, quer a degustar. Espero que gostem.



Panquecas de Aveia, Linhaça e Cacau Cru

Ingredientes
100g de farinha de aveia
80g de farinha de linhaça dourada
80gr de farinha de trigo com fermento
1colher de chá de bicarbonato
2 colheres de sopa de cacau cru
2 colheres de sopa de açúcar
2 ovos
200ml de leite

Peneiramos as farinhas e o bicarbonato de sódio para uma taça. Noutra taça batemos os dois ovos com o açúcar, manualmente, até obtermos uma mistura fofa. Adicionamos o leite e voltamos a mexer. Juntamos as farinhas à mistura húmida. Por último acrescentamos o cacau puro e envolvemos bem. Deixamos a massa repousar durante 15 minutos. Pincelamos uma frigideira com um pouco de manteiga. Colocamos duas colheres de sopa da massa das panquecas até formar um pequeno círculo e deixamos cozinhar em lume brando até aparecerem un buraquinhos na massa. Com a ajuda de uma espátula, viramos e deixamos alourar. Repetimos até a massa acabar. Vamos untando a frigideira sempre que necessário. Servimos com iogurte grego natural, geleia de marmelo, bagas goji, amoras brancas, polén e pepitas de cacau cru.


Ler mais

Coroar a Primavera

Partilha a tua sensação
Crescer no campo, entre outras coisas, é sinal de crescer rodeada de flores. Sejam elas mais ou menos selvagens, mais ou menos domésticas. Desde criança que me lembro das grandes jarras florais a decorar a casa. Cada decoração reflectia a estação do ano em que nos encontrávamos. Agradeço isso à Mãe Natureza e à minha Mãe, por me darem a consciência de que tudo tem um tempo certo. Apesar das boas memórias, cresci com uma enorme falta de talento para trabalhar com flores. O que nunca me impediu de abrilhantar a minha casa com o que a natureza oferece.




Foi na véspera do meu casamento, que o bichinho pela decoração floral voltou a surgir. Como já partilhei no blogue, a decoração floral ficou a cargo da Guida Design Eventos. E a Lúcia (fundadora da Guida), que já conheço de outras andanças, percebeu perfeitamente que por detrás da carapaça de noiva autocontrolada, calma e pacífica, estava uma mulher em ebulição, a duvidar de todas as suas escolhas. Lembro que se tratou de um casamento DIY, com a família toda a construir os cenários, acessórios de decoração e afins. Uma azáfama enorme, linda mas muito stressante. Para me distrair, a Lúcia lembrou-se de me ensinar a fazer o bouquet de noiva. Eu estava híper mega nervosa e confesso que aquela acção teve um lado terapêutico, embora já não me lembre de nada que ela me ensinou.




















Por isso, quando a Guida Design Eventos lançou o workshop Coroar a Primavera, eu sabia que tinha de participar, eu sabia que tinha de tirar as teimas. Conseguiria eu fazer alguma coisa de jeito com as flores. Durante quatro horas a Lúcia e a Sónia (gestoras da Guida Design Eventos), conseguiram transmitir na perfeição as técnicas básicas e necessárias quer à produção de uma coroa de mesa/porta, quer de uma coroa ornamental de cabelo. Mais do que as técnicas, foi importante para mim perceber que cada pessoa tem o seu código, a sua sensibilidade para trabalhar as flores, e que de uma forma geral nada está errado. Descobri também que a minha grande inspiração é o campo e o rústico. Talvez por isso, os meus arranjos tenham assumido um ar mais despenteado, mais selvagem. Tenho a certeza que a partir de agora os meus arranjos florais vão ter mais a ver comigo, pois não vou sentir a pressão de seguir tendências ou modas. De facto, talvez esta tenha sido a melhor maneira de brindar a chegada da Primavera. 





Ler mais

Bolinhas de Bounty Caseiras

Partilha a tua sensação
Este meu cantinho nunca será um espaço politico-socio-cultural. Contudo, isso não quer dizer que de vez em quando não meta a colher em assuntos mais profundos e que me inquietam. Hoje celebra-se o Dia da Mulher. Um dia importante para mim não apenas porque sou mulher, mas porque me lembra a luta de muitas mulheres no passado, lembra-me o caminho que já foi percorrido e tanto que há ainda para fazer. Não sou socióloga, mas pelo que sinto na pele e pelo que vou lendo nas notícias, há uma evolução positiva. No entanto, os tempos andam estranhos, os casos de violência doméstica acumulam-se nos meios de comunicação social, deputados europeus rebaixam as mulheres de forma impune, os salários são sempre mais benéficos para homens e as mulheres se querem trabalhar têm de adiar a maternidade. Portanto, cada vez mais é preciso não baixar os braços, e acima de tudo é necessário que as mulheres se mantenham humildemente unidas. E é sobre isso que incide este meu desabafo. 




No outro dia ouvi a seguinte conversa de café entre duas mulheres: "Uma mulher que tenha os filhos de cesariana nem se sente mãe a sério, não é?" Eu que ainda nem sequer sou mãe suspirei e agarrei-me à cadeira, para não interromper abruptamente a conversa alheia. Contei até 10, enquanto ouvia os argumentos. "Mãe que não dá a luz de parto normal não sente as dores, não sente o alívio final do parto, não sente a emoção de ser mãe". Uau. Como se a condição de mãe se pudesse resumir apenas e só ao momento do Parto. Senti-me desolada ao ouvir esta conversa. Lembrei-me de tantas outras proferidas por mulheres contra mulheres. Como por exemplo: “ela vestiu uma saia tão curta e estava à espera que os homens não a atacassem”, ou “ela também nunca vai ser ninguém na vida porque só quer estar na cozinha a fazer receitas” ou quando uma mulher me questionou numa entrevista de emprego: “Tenciona engravidar nos próximos tempos?”. Podia continuar com o rol de conversas absurdas que tenho ouvido. Desculpem-me mas parece que há um defeito na genética das mulheres ou algo culturalmente enraizado, que as incitas a ser más, a julgar, a denegrir, a criticar, como se não houvesse amanhã, as outras mulheres. Haverá necessidade disso? O que nos move mulheres a ser assim? Atenção, não quero incorrer em generalizações totalitárias. Apenas desabafo o que me vai na alma, tendo em conta a minha realidade, as mulheres que me rodeiam, estejam elas num patamar profissional ou pessoal. E é cada vez maior a pressão entre as mulheres. Lemas como as Mulheres são as novas super heroínas ou Womem Rule the World assustam-me. Porque uma vez mais entre as mulheres há toda uma imposição da perfeição, de que temos de viver sob a mesma bitola, temos de assumir as mesmas ambições, viver os mesmos desejos. Isso retira nos, a nós mulheres, força, diversidade, qualidades. 


Sempre que falamos dos direitos das mulheres, há uma tendência para a vilipendiação dos homens, como sendo os homens os maus da fita, quando tantas vezes cabe às mulheres a mudança de mentalidades. Aceitar que as mulheres não têm de ser concorrentes, não têm de ser perfeitas, não têm de se comparar. Aceitar que se podem ajudar, que podem marchar juntas. Feliz Dia da Mulher em união, em compreensão.




Bolinhas de Bounty Caseiras

Ingredientes
200g. de coco ralado de boa qualidade
4 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de leite (pode ser substituído por bebida vegetal de coco ou de arroz)
2 colheres de sopa de açúcar em pó
160 g. de chocolate negro (com mais de 70% de cacau)

Juntamos o coco e o açúcar em pó. Adicionamos três colheres de sopa de óleo de coco, o leite e misturamos bem até todos os ingredientes ficarem envolvidos. Moldamos pequenas bolinhas da seguinte forma: com a mão direita pegamos num pedaço da mistura, o equivalente a uma colher de sobremesa cheia, e amassamos lentamente para dar calor aos ingredientes e estes começarem-se a fundir. Assim que obtemos uma espécie de bolinha tosca, melhoramos a sua forma girando a bolinha entre as duas mãos. Colocamos num tabuleiro revestido com papel vegetal e levamos ao frigorífico durante 6 horas. Passadas seis horas preparamos a cobertura de chocolate. Em banho-maria derretemos o chocolate e um colher de óleo de coco. Mergulhamos as bolinhas no chocolate e voltamos a colocar no tabuleiro. Levamos ao frigorífico durante cerca de uma hora para que o chocolate solidifique. Conservam-se num tupperware no frigorífico cerca de uma semana.







Ler mais
Publicação anteriorMensagens antigas Página inicial