Pasta de Açúcar

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Não é segredo para ninguém o meu gosto pela cozinha. O jeito não é muito, é certo. Mas adoro cirandar entre tachos e panelas. Adoro inventar, reinventar ou simplesmente experimentar receitas de outras pessoas. O meu grande prazer no que toca à culinária prende-se com a pastelaria. Sou doida por bolos coloridos ou não, doces ou menos doces, duros, fofos, macios, toscos…enfim, um pouco de tudo. Lá está, também neste campo o jeito não é muito, mas cada vez que experimento uma receita nova de um bolo, pão ou bolachinhas é como se estivesse a fazer terapia de relaxamento. Quer dizer, a não ser que por trás da execução da receita esteja um pedido de bolo de aniversário, aí existe toda uma pressão que nem sempre é fácil de gerir. Não é fácil, porque lá está ainda estou a aprender. Ultimamente, tenho tentado trabalhar com pasta de açúcar, o que se tem revelado uma tarefa bem mais difícil do que eu suponha. Em primeiro lugar, tenho de comprar a pasta de açúcar já feita, visto que em Portugal são poucas as lojas que vendem glucose líquida, um dos ingredientes essenciais para a elaboração deste material decorativo. Em segundo lugar, é preciso uma força de braços descomunal para conseguir esticar a pasta. Mas tem sido uma experiência interessante. Aqui ficam os dois primeiros exemplares, ficaram engraçados apesar de toscos!

























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