Caminhar | Walk

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O ritmo laboral tem sido cada vez mais intenso. E, por isso, o tempo tem passado a voar. O que faz com que nem me aperceba dos fins-de-semana. Porém, este domingo decidi esquecer o trabalho e esforcei-me para acarinhar uma das dimensões da vida: a dimensão social e familiar. Acreditem, foi a melhor decisão que tomei. Com muito sol, energia e boa companhia, rumei até Cambra (concelho de Vouzela), local onde percorri os oito quilómetros do Trilho Medieval. Foi uma verdadeira aventura, que envolveu saltos em poldras cobertas de vegetação, conhecer a gruta do lobisomem, subornar cães com bolos de chocolate (pelos vistos para além de maléficos também eram gulosos) e salvar amigos que se tinham perdido na serra, a oito quilómetros de onde eu estava. Já para não falar, que depois do acto semi-heróico, acabei também por me perder entre aldeias e estradinhas (quase de cabras). Deu para sentir um pouco da adrenalina que fazia parte da minha vida quando era jornalista.

The work pace has been more intense than never. Therefore, lately, I have not enjoyed the week-ends. But this Sunday I decided to forget about work and I struggled to nurture another dimension of life: the social and family life. Believe me, it was the best decision I made. With sunshine, energy and good company, I headed up to Cambra (Vouzela), where I walked the five miles of rail Medieval. It was a real adventure,
which involved jumping Step-stones covered with vegetation, seeing the cave of the werewolf, bribing dogs with chocolate cakes (apparently they’re evil and greedy) and rescuing friends who had become lost in the mountains. Not to mention, that after the semi-heroic act, I also got lost, between villages and back roads (roads for goats). I could again feel the rush that was part of my life when I was a journalist.














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