(Onde pára o Verão?)

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A cadeira de baloiço oscilava, em movimentos vagarosos e cronometrados, inconscientemente, pelo marasmo de umas pernas ociosas. O entardecer desesperava no borralho veranil. Do asfalto, da única estrada da aldeia, surgia a descarga de lufadas de ar quente que se elevavam do material aquecido em busca de novos corpos para atormentar.
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