Granola Simples (mas boa, boa)

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No final do ano passado, decidi experimentar uma receita, que lá no fundo sempre me intrigou. Achava que era demasiado complexa. Olhando para trás nem sei bem porque pensava isso. Mas a vida veio-me provar que estava completamente enganada. Falo-vos de Granola. Essa combinação de flocos de aveia, com sementes, com fruta…com o que quiserem. Tornou-se um ingrediente habitual cá em casa. Sabe bem ao pequeno-almoço com bebida de coco, sabe bem ao lanche misturado com iogurte de soja, sabe bem como toping em algumas receitas mais saudáveis. Sabe bem, ponto final. Por isso, apesar dos receios de deixar queimar os flocos, ou de deixar passar o ponto entre crocante e completamente pedra, aventurei-me a “granolar”. Inspirei-me numa receita de Kerryann Dunlop, de O Livro das Refeições em Família (Jamie Oliver Food Tube) e voilá. Numa manhã de domingo bastante proveitosa, apareceu um tabuleiro de granola. Esqueçam os receios. Vale mesmo a pena experimentar esta receita. Granola caseira é do melhor. Primeiro porque sabemos exactamente a quantidade de açúcar que colocamos na mistura, porque sabemos quais as frutas que escolhemos, porque escolhemos as sementes que mais gostamos e porque podemos variar, acrescentar ingredientes pelos quais nutrimos maior paixão. Além disso, confeccionar granola deu-me uma espécie de sensação de viver devagar. Não sei bem explicar. Partilhar também convosco que no Natal comecei a viciar a família nesta minha receita e até ver os pedidos para ligar o forno estão sempre a chegar. Espero que gostem!






Granola

Ingredientes
100g de manteiga (mais um pouco para untar)
100ml de mel (tenho usado mel Castanheiro Velho, da zona de Penedono)
50g de açúcar mascavado
200g de frutos secos sem casca (usei amêndoas, avelãs e nozes)
400g de flocos de aveia finos
150g de sementes de girassol, abóbora, sésamo e linhaça
200g de fruta desidratada (arandos, papaia e ananás)

Pre-aquecemos o forno a 180ºC. Untamos um tabuleiro com manteiga, cobrimos com papel vegetal e reservamos. Num tacho pequeno, juntamos o mel, a manteiga e o açúcar. Deixamos cozinhar alguns minutos, em lume brando, até os ingredientes derreterem e começarem a borbulhar ligeiramente. Entretanto, cortamos grosseiramente os frutos secos. Numa tigela, misturamo-los com os flocos de aveia e com as sementes. Adicionamos a mistura da manteiga derretida e envolvemos bem. Vertemos no tabuleiro e espalhamos numa camada única. Levamos ao forno durante 25 a 30 minutos. Atenção que de 10 em 10 minutos temos de mexer a mistura, para que ela fique toda cozinhada. Tiramos do forno e juntamos a fruta desidratada. Deixamos arrefecer e guardamos em frascos herméticos. Esta receita conserva-se até 4 semanas.


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Scones de Cheddar

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Janeiro tem parecido uma eterna segunda-feira, daquelas em que o sono é muito e só nos apetece voltar para a cama. Não, não tem sido um mau mês. Antes pelo contrário, tem sido um mês no qual tenho lutado muito por um projecto com o qual sonhava há muito tempo. Voltar a estudar. Passados mais de dez anos, voltei a sentar-me diante de um professor (neste caso vários) e a “beber conhecimento”. Ao longo dos anos tenho procurado sempre participar em algumas formações. Na verdade não consigo estar parada. Mas desde que deixei a licenciatura que não voltei a ingressar no ensino formal, na minha área. Tem sido um desafio e pêras. Há tanto para falar sobre esta nova experiência. Porém, e apesar de estar a ser um desafio ganho, a verdade é que não estava preparada para conciliar o trabalho, a vida familiar, o blogue e ainda os estudos. Portanto, o final do primeiro semestre foi de loucos. Quando me voltei a ver na situação de ter de estudar para uma frequência, pensei que enlouquecia. Agora, percebo que apenas tenho de voltar a encontrar o jeito, deixar-me levar pelos momentos mais stressantes e encontrar novas formas de estudar e de me organizar. Se tiverem dicas, por favor, estejam à vontade para partilhar.




Tirando a euforia da passagem de ano, a euforia de saltar de uma cadeira para o chão (foi a primeira vez que experimentei tal superstição, neste início de ano não houve tempo para reflexões de final de ano, não houve pensamentos ou desejos para o ano novo, não houve lista de expectativas. Se isso me fez falta? Honestamente, não. Sou sempre a favor de reflexões, a favor de sabermos quando devemos olhar a vida, olhar para o que nos rodeia e meditar sobre o que queremos ou o que somos. Mas a vida manda sempre muito mais, e durante este primeiro mês do ano, a vida tem-me dito: concentra-te mas’é nos estudos e não aproveites todos os momentos para procrastinar. Assim tenho feito. até porque sou uma menina bem comportada. E está a ser uma maneira bastante diferente de começar o ano. Claro que nestas últimas semanas o blogue tem ficado para segundo, ou terceiro, ou quarto…sei lá….plano. Começo a sentir falta da minha cozinha, de a usar em pleno, de invadir a casa de cheiros bons que lembram serões em família. Mas não me posso queixar, sei que é tudo por um bom motivo, pela aquisição de novos conhecimentos e de continuar a colocar os sonhos em marcha. Desde o início do ano, que a única receita (extra comida de sobrevivência) que passou pela minha cozinha foi mesmo esta de Scones de Cheddar, perfeitos para pequenos-almoços e lanches. Como a sua confecção envolve amassar, acreditem foi um óptimo anti-stress. Espero que gostem. Mas acima de tudo, espero que estejam a ter um excelente Ano Novo.


Scones de Cheddar

Ingredientes
400 gramas de farinha com fermento
1 colher de chá de fermento
60 g de manteiga sem sal (à temperatura ambiente)
200 ml leite
100 g queijo cheddar

Numa taça juntamos a farinha, o fermento e a manteiga. Amassamos bem. Abrimos um sulco na mistura e vertemos nele o leite. Voltamos a amassar. Por fim adicionamos o queijo previamente ralado. Transferimos a massa para uma superfície lisa, enfarinhada e amassamos até obtermos uma textura homogénea. Estendemos a massa, até esta ter 1cm de altura. E cortamos o scones com uma forma redonda larga. Levamos ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante 15 a 20 minutos.








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Céu estrelado de Tangerina e Chocolate

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Entramos na recta final de 2017 e não queria deixar passar os últimos dias do ano sem uma última receita. Neste caso, a receita que acompanhou o Natal e que serviu para abrilhantar o sapatinho de alguns familiares. O que seria da minha vida sem bolachas? Bem, seria mais saudável, teria menos açúcar no sangue, não passaria tanto tempo à frente do forno, nem a enfarinhar a minha cozinha e não teria tanta loiça para lavar. Isso é certo. Mas faltaria-me algo. Adoro bolachas e biscoitos. Primeiro porque sou uma gulosa, segundo porque sou uma gulosa e terceiro porque adoro comer coisas doces. Tirando a parte da gulodice, a verdade é que sempre gostei, desde pequena de confecionar estas pequenas gordices. Ficam bem em qualquer ocasião e combinam com qualquer estado de espirito. Também a história do Reservatório de Sensações está ligada a bolacinhas e biscoitos. De facto, a primeira grande receita de sucesso do Reservatório de Sensações, e que me acompanhou em todas as feiras que participei, foi uma receita de Biscoitos de Mel, super simples, super maravilhosa. Houve uma feirinha em que só levei saquinhos destes biscoitos e nem um sobrou para a amostra.






Ainda hoje, os meus familiares me estão sempre a pedir para repetir esta receita. Confesso, que às vezes me farto um bocadinho, mas acabo sempre por voltar a ela. Porém, neste Natal quis experimentar uma receita diferente, com cheiro a casa rodeada de pessoas prontas a atacar os chocolates, a rir, a fazer piadas tontas, a família reunida. Por isso, optei por um céu estrelado na terra, algo forte, crocante, mas ao mesmo tempo delicado e repleto de sabor. As ocasiões especiais pedem sempre bolachas temáticas. E estas se não tivessem sido para oferecer, tinham servido de decoração na Àrvores de Natal (sem o chocolate, claro). Cada vez mais tenho a certeza que oferecer bolachas é mimar quem nos rodeia, é "perder" tempo a preparar algo, com amor, atenção aos detalhes ( sem esquecer a farinha e outro tipo de ingredientes comestíveis). Talvez por isso, 2017 tenha sido um ano de ganhar muitos quilos, de muita confratenização, de muito mimo. Sei que estas pequenas estrelas não são exactamente uma receita para a passagem de ano, mas serão para comer e comer em 2018. Sempre que precisarem de animar alguém, ou vocês próprios precisarem de mimo, não hesitem. Liguem o forno e preparem um céu estrelado com sabor a tangerina.




Bolachinhas de Tangerina e Chocolate

Ingredientes para as bolachas
100g de manteiga (à temperatura ambiente)
75g de açúcar mascavado
1 colher de chá de mel
1 ovo batido ligeiramente
300g de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
casca ralada de três tangerinas pequenas
1 pitada de canela

Ingredientes para o Molho de Chocolate
50g de chocolate negro grosseiramente partido
1 colher de sopa bem cheia de manteiga

Batemos a manteiga, o açúcar e o mel até ficarem bem incorporados. Acrescentamos o ovo a pouco e pouco, alternando com algumas colheradas de farinha, previamente peneirada. Isto sem parar de mexer. Juntamos o resto da farinha, o fermento em pó, a casca das tangerinas e a canela. Batemos bem, para que todos os ingredientes fiquem bem misturados. Colocamos a massa sobre uma superfície polvilhadas com um pouco de farinha e amassamos um pouco mais. Formamos uma bola e envolvemos em película aderente. Reservamos no frigorífico pelo menos 30 minutos. Aquecemos o forno a180ºC. Tiramos a massa do frigorífico e dividimos em dois bocados. Estendemos uma das partes na superfície ligeiramente polvilhada com farinha até ter cerca de 5mm de espessura. Recortamos as estrelas com os cortadores de bolacha e dispomos num tabuleiro previamente preparado. Levamos ao forno durante cerca de 10 minutos,  ou até a massa ter crescido um pouco e as extremidades adquirido um tom mais dourado. Repetimos o processo para a segunda parte da massa.

Para fazer a cobertura de chocolate, levamos os ingredientes ao lume em banho-maria. Mexemos até obtermos um creme homogéneo.  Colocamos numa tigela. Uma a uma mergulhamos as estrelas nesta tigela, cobrindo metade da bolacha. Colocamos as bolachas num tabuleiro, até que o chocolate solidifique completamente.






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As receitas mais lidas de 2017

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Já chegámos à última sexta-feira do ano. Como é que o tempo passou assim tão depressa? Sei que este espanto é recorrente, mas parece que quanto mais corremos entre tarefas, mais a vida se apressa em horas, dias e meses. Entre a mudança de casa, a adopção de uma cadelinha, a criação do calendário do Reservatório de Sensações e ter-me metido num mestrado, confesso que o tempo fugiu de mim. Contudo, é bom perceber que não passou em vão. Antes pelo contrário, apesar de 2017 não ter sido um ano bom, trouxe com ele algumas realizações e acima de tudo trouxe muita reflexão sobre assuntos que até aqui não tinha coragem de abordar. Por mais que custe, às vezes a melhor forma de melhorarmos o caminho é perceber o que está mal, o que necessita de ser mudado. Muitas vezes essa mudança tem de começar de dentro para fora. Talvez por isso sair da zona de conforto foi talvez a acção a que mais me propus neste ano que finda.  Apesar de achar que nem sempre me sai bem, foi refrescante tentar, aprendi imenso, cresci, tornei-me melhor, admiti erros, e percebi que fazer escolhas às vezes dificeis faz parte do processo de defesa pessoal e não uma falha. Em relaçao ao blogue, foi um bom ano, repleto de novas sensações. Por isso, uma das coisas que mais me agrada no final de cada ano, é olhar para as imagens que fui partilhando, perceber em que cores me inspirei, que texturas mais agradaram a quem me lê, que cheiros me deliciaram. Em 2017, à conta do Reservatório de Sensações conheci pessoas boas, inspiradoras, que me fizeram sonhar. Só posso estar agradecida por isso. Em jeito de balancete do blogue, partilho as receitas que foram mais vistas em 2017. Obrigada por estarem desse lado.


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Concretizar Sonhos (um passo de cada vez)

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Sonhar e concretizar. Nem sempre é um desafio fácil. Nem sempre é possível. Algumas vezes porque nos falta a coragem, outras vezes porque as circunstâncias não são as melhores. Porém, há alturas da vida em que os sonhos falam mais alto, falam com o brilho das estrelas e com o calor de um sol interior que por vezes desconheciamos possuir. O calendário do Reservatório de Sensações é um desses exemplos. Andava há tanto tempo arrumado na gaveta, já cheio de pó e de dúvidas. Portanto, confesso que ainda me custa acreditar que a apresentação pública deste meu sonho realizado já aconteceu no início do mês de Dezembro.



Tal como já tive oportunidade de partilhar no Facebook, foi um momento mágico. Pedi emprestado o Atelier magnifico da Guida Design Eventos. Se não conhecem, marquem na vossa agenda uma visita em 2018. Este é um espaço elegante, com cores bonitas, decorado com a mestria e a inspiração talentosa da Lúcia e da Sónia. Sou suspeita para falar, porque conheço o espaço desde o início em que estava a ser sonhado, mas simplesmente adoro. Portanto, senti que o meu pequeno sonho tinha de se tornar público num sítio onde eu me sentisse bem, me sentisse inspirada, em casa. Et voilá, a Lúcia e a Sónia prontamente aceitaram o meu pedido (vocês são o máximo).




Como seria de esperar, ou não estivessemos a falar de um calendário com receitas, pensei num pequeno catering para a companhar o evento. Algo simples, funcional, mas com sabor e cor suficientes para seduzir quem estivesse presente. Um bolo de citrinos com cobertura de creme-queijo, cupcakes de cacau, cheesecake fingidos, folhados de piza, beijinhos de preta e muffins de piquenique foram algumas das iguarias que condimentaram este singelo evento. Embora tenha privilegiado a simplicidade, precisei de ajuda para ter tudo a tempo. Contei com o apoio e paciência incondicionais do marido, da minha mãe e da mais pequena da família. São verdadeiros "Reservetes" ou "Sensaçonetes", têm atenção aos detalhes, vivem as coisas com muito amor e estão sempre prontos a deitar mãos ao trabalho. Não podia estar mais bem servida do que com os meus ajudantes. Mas tenho também de salientar a ajuda e companheirismo preciosos da afilhada adolescente, ou não tivesse tido ela a capacidade de me fazer abstrair do nervosismo típico deste género de aconecimentos.


Mas não foi só o serviço de catering que brilhou, este meu pequeno evento só fez sentido com a presença de tantas pessoas boas, de bom coração que "perderam" tempo das suas vidas para me acompanhar na concretização deste sonho. Foram todos generosos comigo, partilharam comentários simpáticos e, claro, também criticas construtivas. Só é possível crescer, melhorar, encontrar novos sonhos, seguir novos caminhos com o feedback dos que nos são mais próximos. A todos o meu muito obrigada. Sei que já passaram umas semanas, mas ainda estou nas nuvens. Quem sabe para o ano não desafio a Ana e o Luís a criar não um calendário, mas sim uma agenda. Quem sabe?! O que importa é continuar a sonhar. E este sonho fez de 2017 um ano melhor, que me devolveu a esperança e a força de acreditar. Obrigada a todos!


Espaço do evento: Atelier Guida Design Eventos
Catering: Reservatório de Sensações
Calendário: Reservatório de Sensações, Ana Seia de Matos e Luís Belo
Fotografias: Xicco - O Caçador de Sonhos
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Sonhos de Abóbora (para adultos)

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Tinha prometido a mim mesma, que seria neste Natal que a técnica e a mestria da avó para confecionar as fritas de abóbora não me iam escapar. Ia dedicar tempo e vontade a aprender com ela todos os truques necessários para fazer os melhores doces de Natal. Contudo, existem promessas que nada podem contra o poder das gripes. Como devem calcular fiquei um bocadinho triste. Estava mesmo empenhada nesta tarefa. Porque esta vontade repentina? Apercebi-me este ano, enquanto reflectia sobre as memórias de outrora, que este género de doces sempre foi um elemento muito importante na família. Devem estar a pensar: Sim Ana, estes doces marcam presença em todas as casas portuguesas. É verdade. Mas não me refiro apenas a marcarem presença. Falo da importância que sempre tiveram no despertar do espírito natalício, de juntar as pessoas em torno do fogão de lenha, das conversas mais doces.






Nos dias de hoje, é super fácil adquirir as fritas de Natal, pois são tantas as pastelarias com montras gulosas nesta altura. Mas há uns anos atrás (e acreditem eu não sou assim tão velha) a oferta era escassa, principalmente para quem morava no interior do país. Porém, havia algo que era bem mais precioso do que o número de pastelarias: o tempo de qualidade para investir nos momentos em família. As pessoas tinham tempo. Por exemplo, não me lembro dos tios a trabalharem na véspera de consoada, nem no dia de Natal. Não me lembro das pessoas passarem o dia agarrados ao telemóvel a mandar SMS a quem está longe e que tantas vezes não deixa de ser desconhecido. Não me lembro das pessoas a correrem de um lado para o outro com compras de última hora.






O que me lembro é que o Natal começava com todos reunidos na cozinha da minha avó, em torno do fogão de lenha, uma frigideira preta e massa para as ditas fritas de abóbora. Eu lambuzava-me com o açúcar para polvilhar os sonhos. A minha mãe advertia-me para não o fazer, mas era tão bom. Principalmente, quando conseguia roubar um sonho ainda quente. O único stress era este, ter as fritas prontas a tempo das festas. Os anos passaram, a avó já não consegue confecionar as fritas sozinha. Mas ainda não será neste Natal que vou aprender com ela todos os truques, a maneira como ela deixava os sonhos fofos, doces e com o toque perfeito da abóbora. Porém, Natal é quando o homem quiser. Portanto, cheira-me que na Páscoa vai haver Sonhos de Abóbora para toda a gente. Para já, partilho convosco uma receita que testei em Novembro e que têm um toque especial a maturidade (sorrisos), impróprio para os mais pequenos.






Sonhos de Abóbora Para Adultos
Ingredientes
400g de abóbora manteiga (já limpa)
50g de açúcar (mais o necessário para polvilhar os sonhos)
1 casca de laranja
1 cálice bem cheio de aguardente
500g de farinha autolevedante
1 colher de sopa de Maizena
Raspa de 1 limão
3 ovos
Óleo

Cortamos a abóbora em cubinhos pequenos, juntamos o açúcar e a casca de laranja. Levamos a cozer, em lume brando, até a abóbora estar macia. Retiramos a casca de laranja e desfazemos a abóbora com a varinha mágica. Adicionamos a aguardente e, fora do lume, deitamos a farinha, previamente peneirada com a Maizena. Batemos energicamente com uma colher de pau, ou as mãos. Assim que a massa começar a separar das paredes do tacho, adicionamos os ovos, um a um, sem nunca deixarmos de bater. Envolvemos a massa até os ovos serem completamente absorvidos. Juntamos a raspa de limão. Com a ajuda de uma colher de sopa, retiramos bocadinhos de massa e fritamos em óleo bem quente. Vamos picando os sonhos com um espeto e deixamos fritar bem, para que cresçam. Escorremos os sonhos sobre papel absorvente, para depois os polvilharmos com açúcar.
 




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