Sugestões: Dia da Mãe

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Mais um Dia da Mãe que se aproxima a passos largos. Todos os anos digo para mim mesma que lhe vou preparar muitos miminhos com antecedência, mas acabo sempre por correr meio mundo à última da hora. No entanto, é sempre com muito carinho que procuro as surpresas que acho que se identificam com ela. Na realidade, chego sempre à mesma conclusão, os melhores mimos são aqueles que saem do coração e que muitas vezes não envolvem um consumismo desenfreado. Contudo, vale sempre a pena procurar inspiração.






Roger & Gallet
Nem sempre é fácil oferecer um perfume. Pelo menos eu acho isso. Primeiro porque cada pessoa tem um perfil muito próprio em termos de olfacto. Em segundo lugar, e muito pessoalmente, acho que os perfumes devem ser um complemento e não a personalidade. Talvez por isso adore os perfumes Roger& Gallet. Fragrâncias sofisticadas, mas ao mesmo tempo subtis e elegantes. A natureza está no centro de cada perfume, sendo que cada um tem até 95% de ingredientes de origem natural.

Almofadas Flash
Mãe dá colo, mãe mede a febre, mãe acaricia quando estamos doentes, mãe acalma quando andamos stressados. Porque não serem os filhos a proporcionar isso às mães? Podem-no fazer com as Almofadas Flash. Ainda no fim-de-semana estiveram à venda no Mercado do CCB, mas podem encontrar em diversas lojas e até no Facebook. Eu estou completamente rendida. São ideais para substituir a tradicional botija de água quente e é indicada para relaxamento, aliviar dores, cólicas, etc. Usada como almofada fria alivia picadas e nódoas negras. A alfazema que se encontra no enchimento da almofada ajuda a serenar, a acalmar e a aromatizar a gaveta ou o armário onde as possam arrumar.Só coisas boas para mimar as mães certo?

Bordalo Pinheiro
Dizem que a comida das mães é sempre a melhor. Eu concordo. Não troco por nada deste mundo as delícias que a minha mãe prepara. Porque não oferecer uma peça da Bordallo Pinheiro? Além das peças serem lindas, contemporâneas e quotidianas, ao oferecerem um prato lindo, uma travessa original, etc, estão a fazer-se convidados para almoçar ou jantar mais umas quantas vezes à conta da mãe.




Samelas
Esta será sempre uma proposta para adoçarem o coração das mães. Samelas é mais do que um mel, é um produto que respeita a natureza e uma das montanhas mágicas de Portugal: a Serra da Estrela. O mel é delicioso, os frascos lindíssimos. Ficam bem à mesa do pequeno-almoço, do lanche, do brunch e por aí fora.

Vichy
Vá, deixemo-nos de coisas, as nossas mães são sempre as mais bonitas. E quando olhamos para elas não vemos rugas, apenas histórias e memórias. Mas nem sempre as mães se vêem assim ao espelho.  Portanto, oferecer um creme de beleza da Vichy é sempre um proposta bem-vinda. É um mimo vaidoso, uma maneira de ajudarmos as mães a se cuidarem mas ao mesmo a não perderem o seu charme.

Clavel's Kitchen
Já noutro post falei da Clavel's Kitchen, um projecto que é uma cozinha totalmente equipada e preparada para workshops, laboratórios e cursos de culinária. Já se imaginaram lado a lado com as vossas mães a aprender a confeccionar bolos, salgados e a aprender técnicas de cozinha? Eu acho o máximo.

Amor e carinho
Mas mais que prendas, compras ou marcas. Há algo que as mães valorizam: amor e carinho. Portanto, um ramo de flores preparado por vocês, um desenho, uma carta, uma foto, uma tshirt com uma citação que defina a vossa relação, uma sessão de filme e pipocas em vossa casa será algo que ficará gravado no coração das vossas mães.
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Maio: To do list

Uma partilha
Abril talvez não tenha sido um mês lá muito inspirador, mas foi com certeza um mês que me ensinou umas quantas lições. Uma delas, e talvez a mais importante, é que nos últimos tempos tenho sofrido de um estado recorrente chamado de procrastinação. Algo que me tem incentivado a adiar tarefas, projetos e quiçá alguns dias felizes. Portanto, neste 1º de Maio, assumo o compromisso comigo mesma, com uma To Do List e cinco objetivos que me possam inspirar a ir mais longe.

 Terminar a leitura de Ser Blogger - Como Criar, Comunicar e Rentabilizar um Blog.
 Como profissional da área da comunicação tenho sentido, nos últimos tempos, a necessidade de me actualizar no que toca à área de Marketing Digital. Além disso, como sou uma apaixonada por blogues estou sempre à procura de informação importante sobre esta plataforma. Nem toda a gente tem perfil para criar um blogue, mas a verdade é que os blogues continuam a ser considerados uma importante fonte de informação e referência. Ser Blogger, livro de Carolina Afonso e Sandra Alvarez, tem sido uma óptima descoberta, pois reúne uma série de dicas e regras para criar um blogue, elaborar uma estratégia e como coloca-la em prática de forma eficaz. Só pergunto: porque é que este livro não foi lançado quando criei o Reservatório de Sensações?

Escrever mais e melhor para o Blogue
Aproveitando a leitura do livro Ser Blogger, quero muito voltar a escrever com regularidade para o blogue. Quero apostar em novos artigos sem ter medo de me desviar do meu gosto principal:a comida. Mas sinto que tenho de dar mais de mim se quero realmente ter um Reservatório cheio de Sensações.

Combinar mais cafés com os amigos
Há lá algo melhor para recuperar a inspiração do que umas saídas com os amigos? Parece-me que não. Muitas vezes usamos a falta de tempo como desculpa para adiar os encontros, quando o que nos falta mesmo é a disposição. E isso, cabe a cada um de nós arranjar.



Tirar aquele projeto da gaveta
Ainda não há muito para falar sobre ele. Mas talvez seja a altura de deixar os medos de lado e avançar com toda a paixão que tenho dentro de mim. Porque lá no fundo eu sei que esse é um dos caminhos que quero seguir.

Investir em mais formação ou actividades de desenvolvimento pessoal
Nada sei. É assim que me posiciono no mundo e daí parto sempre em busca de mais informação, mais conhecimento. Talvez por isso me divida por tantos assuntos, são tantas as áreas que me atraem. Todavia, sei que quero participar em mais workshops na área da gastronomia, quero muito investir nesta área. Ando há imenso tempo de olho nas formações da Clavel's Kitchen, talvez seja este o mês para me inscrever.



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Primavera é sinal de morangos

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Nota-se que a Primavera veio para ficar. Mesmo que os dias cinzentos voltem, que a chuva faça das suas ou que as temperaturas ainda estejam incertas, já nada abafa o verde espalhado pelos campos e os salpicos de cores que se formam nos jardins. A vida renasceu. E, felizmente este ano, tenho sentido este brotar de vida com outra intensidade. Desde que me mudei para o campo em meados de Fevereiro, que sabe bem acordar abrir a janela, sentir a aragem, os cheiros a terra, a quente, a erva orvalhada, a pólen, a vento, a chuva, a sol, a frenesim agrícola e a existência. Foi maravilhoso assistir à transformação da mãe da natureza.

Quando cheguei à casa nova as árvores em redor apresentavam-se despidas sob o efeito do Inverno. Mas rapidamente ganharam botõezinhos verdes e em semanas estavam cobertas de folhas e flores. Dentro em breve serei presenteada pelos seus frutos, ou não estivéssemos a falar de uma época tão abundante, de tanta diversidade. O meu vizinho que me desculpe, mas terei que me saciar com os abrunhos que brotam do seu terreno e me entram janela da sala de jantar a dentro.






À volta dos campos agrícolas outrora desnudados, há um frenesim encantador. Os tractores desenham sulcos na terra, enquanto as pessoas lançam às profundezas as sementes da vida e da subsistência. Confesso, que acordar às seis e meia da manhã embalada pelos sons rurais não é muito confortável. Todavia, mil vezes os mais de trinta mil (vá estou a exagerar, devem ser uns três) galos a cacarejar incessantemente às quatro da manhã do que o barulho da recolha do lixo às cinco da manhã, o barulho dos bêbados a sair dos cafés às duas da manhã, o barulho das vizinhas do prédio engalfinhadas all night long ou o barulho da máquina de arrefecimento dos servidores dos vizinhos de baixo. De certeza que há imensa gente que não irá concordar comigo, mas para mim os barulhos naturais são bastante mais suportáveis que os barulhos humano-citadinos. Parece que o corpo consegue entender melhor o ciclo do dia /noite.






Contudo sobre as benesses de morar no campo falarei noutro post. O que me interessa ressalvar é que estou cada vez mais apaixonada pela Primavera. Sinto a necessidade de deitar mãos à terra, de contribuir para a riqueza natural. E uma das grandes riquezas desta temporada primaveril são sem dúvida os morangos. Adoro. Amo morangos. Quando a Primavera se instala sei que está na altura de preparar novas receitas com estas belezas. No outro dia no mercado da cidade consegui uns morangos pequenos, daqueles caseirinhos e meio selvagens que sabem e cheiram mesmo a morangos. Uma delícia. Como tal, merecem destaque aqui no blogue, não com uma, mas sim duas receitas. Espero que gostem. 



Compota de Morango

Ingredientes
1kg de morangos
800g de açúcar amarelo
sumo de 1 limão

Tiramos o pedúnculo aos morangos e deitamo-los numa tigela de cerâmica, vidro ou aço inoxidável. Polvilhamos com o açúcar e salpicamos com o sumo de limão. Levamos ao frigorífico de um dia para o outro. No dia seguinte colocamos um pires no frigorífico a refrescar. Deitamos o conteúdo da tigela numa panela grande e cozinhamos em lume médito até o açúcar dissolver. Fervemos durante cinco minutos em lume alto. Apagamos o lume e verificamos o ponto: deitamos uma colher generosa da mistura quente no prato fresco que estava no frio e levamos ao frigorífico por cinco minutos; para verificar o ponto, empurramos uma beira da compota com o dedo indicador; se enrugar a compota está pronta. Depois de estar no ponto pretendido, deixamos arrefecer por cinco minutos e escumamos a espuma branca. Passados 10 minutos, guardamos a compota em frascos esterilizados.





Lollipops de Ricotta e Compota de Morango

Ingredientes
150g de queijo Ricotta
50g de compota de morango
1 base de massa folhada
Mini-espetos de madeira

Pré-aquecemos o forno a 160ºC. Numa taça juntamos o queijo Ricotta e a compota de morango, ambos à temperatura ambiente,  e batemos bem até obtermos uma mistura homogénea. Reservamos. Estendemos a massa folhada e cortamos círculos com a ajuda de uma forma, ou com a ajuda de várias formas, tendo em conta o que pretendemos. Depois forramos um tabuleiro com papel vegetal, e dispomos metade dos círculos. Colocamos o recheio nestes círculos e um dos mini-espetos. Fechamos os lollipops com as outras rodelas da massa folhada. Levamos ao forno durante 20 minutos ou até que os chupa-chupas fiquem dourados. Retiramos do forno e deixamos arrefecer no forno.


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Bolo Mousse de Chocolate (sem farinha)

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Talvez seja cedo para partilhar receitas açucaradas, depois dos quilos de açúcar que ingeri na Páscoa. Bem, talvez não tenham sido quilos. Deixa ver: foi um creme queimado delicioso, um pão de são bento com queijo, diversas fatias de pão-de-ló e amêndoas. Acho que vou estar de dieta até ao Natal. Mas antes disso, uma pausa para experimentar este maravilhoso bolo.


Andava há imenso tempo para confeccionar um bolo super forte em termos de sabor a chocolate. Eu adoro chocolate, posso até dizer que sou viciada em chocolate. Se bem que nos últimos tempos, por diversos motivos de saúde, o consumo tem sido racionado a doses pequenas e em ocasiões especiais, ou de tempos a tempos. Todavia, retirar por completo o chocolate da minha alimentação está fora de questão. O chocolate dá felicidade. E nos tempos que correm devemos aproveitar todos os motivos para sorrir, certo? Por isso, na despensa cá de casa, não pode faltar chocolate negro com mais de 70% de cacau. Assim, sempre que me dá a gana de chocolate, recorro a um quadradinho pequeno desta preciosidade. Este bolo tem por base a receita de Kladdkaka – Swedish chocolate cake, da blogger Call me Cupcake. Espero que gostem desta minha versão.



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Bolo Mousse de Chocolate (sem farinha)

Ingredientes
200g de manteiga
200g de chocolate negro (70% de cacau)
1 chávena (cheia) de café forte
4 ovos (à temperatura ambiente)
140 g de açúcar branco refinado
Raspas de um limão

Aquecemos o forno a 180Cº e forramos uma forma (de 22 cm) com papel vegetal. Derretemos a manteiga e o chocolate numa caçarola em lume brando. Juntamos o café a esta mistura e reservamos. Numa tigela grande misturamos os ovos com o açúcar e a raspa de limão até obtermos um creme leve e fofo (batemos aproximadamente 5 minutos). Adicionamos com uma espátula a manteiga e o chocolate à mistura dos ovos. Mexemos até obtermos uma massa consistente. Vertemos a massa na forma e levamos ao forno durante cerca de 40 a 45 minutos. Deixamos o bolo arrefecer por completo antes de remover da forma. Pode ser servido frio, com bola de gelado ou apenas com açúcar em pó por cima.

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Pastéis de Grão-de-Bico e Ervas Aromáticas

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(...) Cresci numa casa velha, numa aldeia do interior. A porta de entrada da casa velha abria para um imenso pátio de cimento tosco. Não que ele tivesse um tamanho desmesurado. Antes pelo contrário. Ficava confinado entre a casa da minha tia do lado, que na realidade não era minha tia, e a casa da minha visavó. Estamos a falar de cerca de dez metros quadrados, não mais, que acolheram durante anos toda uma aldeia. Quase todos os fins-de-semana ou quando o ambiente festivo assim o pedia, as mesas corridas e rústicas eram colocadas em banda ou lado a lado.


Os petiscos lançavam um ar convidativo e a porta, inexistente entre o pátio e a rua, estava sempre aberta. À mesa sentavam-se os problemas, sentavam-se as alegrias, sentava-se a vida e tratavam-se os vizinhos por tu. Porque toda a gente se conhecia e comungava à mesma mesa, independentemente das crenças religiosas, da conta bancária ou do estrato social. E naquele pátio, à entrada de minha casa, havia sempre um copo para oferecer, mesmo que fosse de água, e algo para trincar. Não só oferecíamos, como as mesas se enchiam de sabores de outras casas, de outras tradições, de outras maneiras ed confeccionar. E foram tantas as histórias, diferentes, inusitadas, divertidas que ouvi entre copos e petiscos. Como a primeira vez que vi um dólar ou que me falaram sobre como é viver naquele continente longínquo que é a América. Como a primeira vez que conheci uma pessoa que falava uma língua estranha (e que percebi mais tarde que era alemão). Eu adorava aquela dinâmica de haver sempre lugar para mais um, mesmo que esse mais um fosse estrangeiro e falasse uma língua estranha.




Até me podem dizer que os portugueses na generalidade não são assim, mas foi assim que eu cresci, num pátio aberto para o mundo, sempre rodeada dos melhores copos (na altura de gasosa de laranja) e dos melhores petiscos. Por isso aqui fica o meu contributo para que continuemos a ser um povo de copos (mesmo que sejam de água ou de gasosa) e petiscos.


PASTÉIS DE GRÃO-DE-BICO E ERVAS AROMÁTICAS

Ingredientes
350gr de grão-de-bico cozido
1 cebola pequena
1 colher de chá de pimenta preta
1 colher de chá de orégãos (secos)
1 colher de chá de salsa (secos) 
1 colher de chá de pasta de alho 
1 colher de chá de pasta de manjericão 
8 colheres de sopa de farinha de trigo 

Num robô de cozinha, trituramos o grão-de-bico com a cebola, a pimenta preta e a colher de pasta de alho. Trituramos bem até que todos os ingredientes estejam bem envolvidos. Vertemos numa taça e juntamos os orégãos, a salsa e a pasta de manjericão. Peneiramos as oito colheres de sopa de farinha para dentro da taça. Amassamos muito bem, até a farinha estar completamente integrada na pasta de grão-de-bico. Levamos a taça ao frigorífico durante cerca de meia hora. Devemos obter uma massa possível de ser moldada. Moldamos os pastéis a gosto e fritamos em óleo bem quente.

Nota: Para confeccionar esta receita usei ervas aromáticas secas. Contudo, se tiverem oportunidade usem ervas frescas para dar um sabor mais genuíno e mais forte 


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Bolinhos de Amor e Canela

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Durante muitos anos, os primeiros foguetes que se ouviam na manhã de Domingo de Páscoa davam o sinal de que a romaria estava a começar. Ouvia-se sempre o mesmo comentário: "o Padre já anda nas quintas". Iniciava-se o alvoroço pacífico à espera da cruz, dos beijos, das aleluias. A mãe dava os últimos retoques na mesa de Páscoa. Ajeitava-se o envelope destinado à igreja, enchia-se a mesa de pequenas delícias e nunca podia faltar uma laranja vistosa. Assim que a cruz e a sua comitiva pousava o pé dentro da nossa quinta, os cães ladravam em sinal de intrusão clara. A partir desse momento, a Páscoa podia-se instalar noutro tipo de azáfama, noutro ritual tão importante, como o de preparar uma mesa farta para a família. E acreditem cá em casa, a Páscoa assemelha-se ao Natal. Convida-se meio mundo e o forno de lenha não arrefece durante dias.





Ainda hoje, continua a ser este o cenário. Mesmo afastada daquele que foi outrora o meu ninho, continuo a praticar estas rotinas pascais. Gosto de me erguer cedo e rumar até à casa que recebe a cruz, que acolhe as aleluias e na qual identifico a Páscoa. Por mais anos que passem, há uma magia muito familiar e muito agradável em redor da minha Páscoa.




Existe uma receita que nunca falha na mesa de Páscoa. Uma receita bastante simples, que brilha pela sua simplicidade, por não ter açúcar a mais, pela sua versatilidade (serve para pequeno-almoço, almoço, lanche ou jantar) e que muitas vezes na família oferecemos em substituição das tradicionais amêndoas.Além disso, tem sempre um ingrediente especial, que até está identificado no nome: o Amor. De onde surge este nome? Não sei, mas que estes são Bolinhos especiais, são.











Bolinhos de amor e Canela

Ingredientes para a massa
225g de manteiga amolecida
140gr de açúcar branco refinado
2 ovos grandes
400gr de farinha de trigo autolevedante
1 colher de chá de bicarbonato ed sódio
1 colher de café de cardamomo

Ingredientes para a cobertura de canela
3 colheres de sopa açúcar branco refinado
2 colheres de sopa de canela

Colocamos a manteiga e o açúcar numa tigela e misturamos bem com uma colher de pau. Sem parar de mexer, adicionamos os ovos e o cardamomo. Peneiramos para esta mistura, a farinha e o bicarbonato de sódio. Misturamos tudo muito bem até os ingredientes ligarem perfeitamente. Moldamos uma massa numa bola, embrulhamos em película aderente e levamos ao frigorífico durante 30 a 60 minutos. Aquecemos o forno a 180ºC e forramos dois tabuleiros com papel vegetal. Num prato raso, juntamos as três colheres de sopa de açúcar e a canela Retiramos a massa do frigorífico e moldamos pequenas bolinhas. Rebolamos cada bolinha na mistura de canela para as revestir. Dispomos num tabuleiro, bem separadas entre si. Levamos ao forno durante 12 a 15 minutos, até os bolinhos ficarem douradinhos. Deixamos arrefecer nos tabuleiros entre 5 a 10 minutos. Transferimos os bolinhos de canela e amor para uma rede metálica para arrefecerem completamente.



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