Bolinhos crocantes de framboesa e banana

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Já não estamos no tempo delas. Das framboesas que pintam o jardim da quinta e nos tingem as mãos quando as tentamos colher. Guardei algumas no congelador para me lembrar do Verão. Acho que os dias cinzentos e frios que se têm feito sentir já pedem um raio de sol colorido, nem que seja na minha cozinha, como estes Bolinhos Crocantes de Framboesa e Banana. Confeccionados na semana passada, souberam a calor, praia e piqueniques ao ar livre.




Ingredientes
150gr de manteiga
2 bananas bem maduras
150ml de leite
150gr de açúcar branco refinado
3 ovos grandes
300gr de farinha de trigo autolevedante
1 colher de chá rasa de fermento em pó
150gr de framboesas (ligeiramente descongeladas)
2 colheres de sopa de sementes de girassol

Aquecemos previamente o forno à ttemperaturade 180ºC. Derretemos a manteiga numa caçarola pequena e deixamos arrefecer ligeiramente. Descascamos e esmagamos as bananas. Numa tigela grande, batemos o leite, o açúcar, os ovos e a manteiga derretida. Misturamos a farinha e o fermento em pó peneirados, acrescentamos as bananas e as framboesas. Com uma colher grande de metal envolvemos bem todos os ingredientes até ficarem bem combinados. Temos de ter cuidado paras não mexer demais. Distribuímos a mistura pelas formas já untadas e preparadas. Polvilhamos cada queque com sementes de girassol. Levamos ao forno durante 30 a 35 minutos ou até terem crescido e alourado. Deixamos arrefecer sobre armação de arame.



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Bolo de Chocolate e Castanhas

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Não gosto de castanhas. Também, não gosto de começar um post de forma negativa. Mas esta é a única maneira de por a questão. Não gosto de castanhas.

Lembro-me de ser pequenina e de as comer cruas. Porém, também me recordo de os mais antigos me dizerem que castanhas cruas criam piolhos. É óbvio que nos dias de hoje entendo, perfeitamente, que tal não faz sentido. Provavelmente, esta seria uma expressão apenas para desencorajar os mais pequenos a comer as castanhas cruas.

No entanto, não é por algum trauma infantil que não aprecio este fruto. Na realidade, não aprecio a consistência delas, quer assadas, quer cruas.

Contudo, não imaginam a vontade que tinha de por em prática uma receita com castanhas. Pensei e pensei....e nem de propósito...o meu livro favorito de receitas docinhas (Bolos para a Família, de Sarah Randell) abriu-se quase que por mágia na sugestão que eu procurava: Bolo de Chocolate e Castanhas.

Confesso, fiquei completamente rendida. Este é um bolo muito leve, uma vez que não contém farinha. Além disso, o aspecto semi tosco com o cacau em pó por cima é lindo.

Gostando ou não gostando de castanhas, experimentem e deixem-se surpreender.

Ingredientes
200gr de chocolate preto (com 70 por cento de cacau) partido em bocados
175gr de manteiga sem sal, cortada em cubos
5 ovos grandes (as claras separadas das gemas)
175gr de açúcar branco refinado
200gr de puré de castanhas sem açúcar
1 pitada de sal
Cacau em pó para polvilhar

Aquecemos previamente o forno à tempratura de 180ºC. Derretemos o chocolate juntamente com a manteiga em banho-maria. Mexemos até ficar derretido e com uma consistência macia e acetinada. Tiramos do lume e deixamos arrefecer ligeiramente. Batemos as gemas com 100gr de açúcar e o sal durante cinco minutos, até obter uma textura parecida com a de uma mousse e uma cor esbranquiçada. Juntamos o puré de castanhas com a mistura das gemas. Batemos as claras em castelo, numa tigela grande e limpa. Juntamos o resto do açúcar, aos poucos. Com uma colher grande de metal, envolvemos aos poucos, a mistura do chocolate com a das gemas. Por fim, acrescentamos as claras em castelo. Mexemos com extrema suavidade para manter tanto ar na massa quanto for possível. Deitamos a massa na forma já preparada e levar ao forno durante  40 a 45 minutos. Deixar arrefecer na forma. É provável que o bolo abata no meio, o que é normal. Polvilhar o bolo com cacau em pó.

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Sobras das abóboras de Halloween

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Nunca liguei muito à tradição do Halloween. Lembro-me que ouvi falar deste dia pela primeira vez quando frequentava o oitavo ano. Recordo-me também que ainda cheguei a entrar em concursos de disfarces. Mas esses tempos vão longe. E se não fosse pelos "mais pequenos" da família (um deles é a minha mãe) que adoram esta tradição e tudo o que envolva máscaras, não ligaria muita a esta estrangeira tradição. Mas há uma coisa boa que advém deste dia: Sobras de abóboras que são transformadas em Jack O' Lantern. Partilho convosco algumas ideias para as aproveitarem.

Queques de Abóbora


 Cheesecake de Abóbora




Bolachas de Abóbora, com Queijo Cheddar e Pimenta Preta
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Bolachas de Abóbora e de Queijo Cheddar

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O outono é sem dúvida o tempo de começar a recolher ao conforto, ao interior das habitações e à comida que aconchega o estômago. Mas este ano Outono apareceu de mãos dadas com o Verão. As noites já pedem uma mantinha nas pernas, mas os dias continuam a convidar para piqueniques, sestas nos relvados dos parques públicos e a longas caminhadas.

















A pensar nos lanches ao ar livre, decidi misturar um ingrediente típico de Outono com um Queijo que adoro servir em tapas de Verão.






Bolachas de Abóbora e Queijo Cheddar

Ingredientes
140gr de farinha autolevedante
1/2 colher de café de sal
4 colheres de sopa de queijo Chedar
3 colheres sopa de azeite
5 colheres de sopa de puré de abóbora

Misturamos os ingredientes secos com o azeite, até obtermos uma massa esfarrelada. Adicionamos o puré de abóbora e amassamos até todos os ingredientes ficarem bem incorporados. Estendemos a massa o mais fino possível, cortamos as bolachas com o formato desejado e levamos ao forno, previamente aquecido a 160Cº, durante 10 minutos.
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Uma mudança com um ar mais feliz

Uma partilha
O Reservatório de Sensações está diferente. Depois de sete anos de existência e de tantas direcções opostas que assumiu, este meu cantinho virtual de sensações necessitava de um facelift, de um puxão de energia positiva que voltasse a obrigar-me a dedicar-lhe mais tempo. Pelas mão habilidosas e pela criatividade genial do criativo Luís Belo, o blogue ganhou um novo ar. Há muito que existia a vontade de encaixar os conteúdos no sítio certo e de conferir um toque mais pessoal. Bastou uma conversa de café rápida, acompanhada de um revitalizante carioca de limão, para que o Luís apanhasse as minhas ideias e as minhas ansiedades em relação à imagem antiga do Reservatório. Et Voilá, a mudança ocorreu quase de um dia para o outro. Todavia, foi apenas e só a imagem que mudou. O Reservatório continuará a ser um depositário de sensações que vou absorvendo no dia-a-dia. Já acolheu os meus devaneios semi-literários na minha era de jornalista. Actualmente é o meu bloco de notas de receitas, viagens, passeios e confidências. Não sei  o que me trará o futuro, ou quais as direcções que o blogue irá seguir, mas o Reservatório continuará a ser uma parte importante de mim.

Obrigada a todos os que me têm lido. Obrigada à minha mãe, leitora assídua e revisora (ocasional, atenta) de textos. Obrigada ao meu meu grande e melhor amigo, que nunca me deixa desistir de partilhar sensações. Ao Luís, um agradecimento especial, por ter aceite aturar os meus pedidos.


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A minha estação do ano favorita

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Os dias têm desacelerado. Estão mais curtos, mais leves, com uma luz mais fosca e fugidia. Já se sente a invasão lenta do Outono nas rotinas, nas vontades e nos apetites. Há uma necessidade, para já latente, de conforto e de aconchego, mesmo apesar das temperaturas primaveris que se têm feito sentir. Sempre gostei do Outono. Porque era uma estação que significava o começo de um novo ano (neste caso ano lectivo), de novos livros e cadernos em branco para explorar, de calçar novos sapatos, de acender novamente a lareira, de voltar a comer marmelada e geleia de marmelos caseiras, de passar mais tempo em casa com os avós. Sempre me senti parte de Outono, tal era a paixão pelos dourados mestiços que emanavam das paisagens. Mas a cima de tudo, e perante uma estação que por vezes influência os humores de forma negativa,esta época do ano sempre foi vivida com muita serenidade. A mudança para a cidade alterou um pouco esta percepção. Quem mora entre prédios não tem a oportunidade de absorver as tonalidades contrastantes, a tranquilidade das rotinas a abrandarem de ritmo e da beleza de uma paisagem em confortável mudança. Este será o segundo ano longe do outono que eu tanto gostava. Todavia, o importante é continuar a procurar os pontos positivos na estação que eu quero que seja sempre a favorita. E nada melhor do que deitar a mão à massa, refugiar-me na minha cozinha e preparar receitas com os ingredientes que ele me dá. No fim-de-semana passado preparem uns belos e simples queques de abóbora. Espero que gostem e que possam integrar esta receita no vosso Outono.



Ingredientes
150gr de açúcar branco
175gr de manteiga à temperatura ambiente
3 ovos grandes
175gr de farinha de trigo autolevedante
150gr de  puré de abóbora

Colocamos a manteiga, o açúcar e os ovos numa tigela de uma misturadora eléctrica. Depois de bem unidos estes ingredientes, acrescentamos a farinha peneirada. Juntamos o puré de abóbora. Dividimos a massa pelas formas e levamos ao forno previamente aquecido a 160ºC durante 20 minutos.


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