A história das coisas velhas

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Gosto de coisas velhas, com pó, com rugas, com cores de outros tempos, com imagens que não pertencem ao meu tempo. Gosto de coisas velhas, porque contém história, uma identidade própria. Contêm pessoas com rugas, com pó, com conversas de outros tempos, que não o meu tempo. Sem história, sem pessoas com estórias, sem imagens e cores identitárias, é como senão existissimos. Do velho se faz novo. A meu ver, A Vida Portuguesa faz um óptimo papel na preservação da nossa história, mas contribuindo para o futuro da mesma. Adorei conhecer esta loja, ou melhor este conceito de protecção do que é nacional.







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Últimos dias de sol

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Aproveitar os últimos dias de sol, é a ordem cá em casa. O outono espreita na esquina. Os dias são mais curtos, os raios de sol mais dourados, os ouriços com as castanhas já se fazem notar.









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O mar e a gastronomia

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Quem me conhece sabe que para além da gastronomia, tenho outra grande paixão: o Mar. Nasci e cresci no interior de Portugal, mas o Mar fascina-me, acalma-me, desafia-me. Principalmente se o estiver a navegar a bordo de um veleiro. Para mim, é uma sensação incrível, sentir o vento a soprar as velas e a água a sibilar por baixo da proa. Em cascais, tive a oportunidade de conhecer o Museu do Mar do Rei D. Carlos. Por breves instantes tive a oportunidade de aliar as minhas duas paixões. Na exposição permanente encontrei um cesto de piquenique, que era usado abordo do barco do rei, deveras interessante e completo. Além disso, descobri que a bordo dos navios usados pela realeza as ementas eram pensadas pormenorizadamente, havendo registos desses mesmos menus. Aparentemente, já no século XIX, o Petit Gateau já estava muito em voga.

(as fotos não são as melhores uma vez que foram tiradas sem flash)




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Inveja da Rainha Dona Maria II

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Sempre que visito Sintra, há paragem obrigatória no Palácio da Pena. Isto porque me faço sempre acompanhar de alguém que nunca visitou este monumento. Acreditem não me importo absolutamente nada. Cada passagem por estas bandas é uma verdadeira descoberta. Primeiro porque o Palácio da Pena é muito mais que o monumento edificado, é também o Parque da Pena, um espaço lindo, com recantos mágicos e de uma beleza notável.  Confesso que desta vez a minha atenção recaiu sobre as baixelas da rainha Dona Maria II e todos os utensílios utilizados naquela epóca para preparação de banquetes. Quando for grande quero uma colecção de formas para confeccção de bombons como a da rainha.






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Dias ausentes

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Quatro dias de folga, unidos a um fim-de-semana sem trabalho. Sinónimo de férias. Férias pensadas em cima do joelho. Mas merecidas.

Talvez por causa da limitação temporal, tudo foi pensado ao pormenor. Unir praia e montanha, descanso e descoberta. Porque cá em casa os gostos divergem, mas ao mesmo tempo vivem intrinsecamente entrelaçados. 

Destino: Lisboa, Linha de Cascais, Parque Natural de Sintra.

No final, conseguimos pernas doridas, um manifesto cultural e sorrisos bem rasgados.




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Weekend

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