A neve de Maio
O tempo anda estranho. Deixa-nos avariados. Mas para quê sucumbir quando podemos aproveitar as surpresas que ele nos dá? Como passear na neve em pleno Maio.
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As escolhas e as imagens
Apesar de já vos ter contado mais ou menos como decorreu o Chá de Amigas, organizado pela Guida Design de Eventos, na Casa da Ínsua (Penalva do Castelo), a verdade é que ainda não vos tinha mostrado as pequenas delícias que decidi apresentar neste evento. Aqui ficam algumas imagens que ilustram as minhas escolhas gastronómicas: Bolachas de manteiga com Lemon Curd, Beijinhos de Preta, Queques simples de Chocolate com Frutos Vermelhos e Biscoitos de Mel.
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A Felicidade
Falar de Felicidade não é fácil. Por diversas razões. Mas, curiosamente, foi este o assunto que dominou o convívio, a troca de ideias, os desabafos no Chá de Amigas, organizado pela Guida Design de Eventos, que decorreu na Casa da Ínsua, no Dia da Mãe.
Fui convidada a participar enquanto fornecedora e confesso que senti alguma ansiedade nos dias que antecederam o encontro. Sabia de ante-mão que o evento seria mais do que uma montra de produtos ou serviços, seria acima de tudo, um momento de partilha de dicas no feminino. Por isso, fiquei surpreendida quando a anfitriã do evento e mentora da Guida Design de Eventos, Lúcia Simões, conduziu a conversa e estabeleceu pontos de convívio e de interligação com o tema Felicidade.
“Fazer o que me faz feliz”. Foi este o pensamento que assolou esta profissional activa da área da Comunicação quando chegou aos 30 anos. A Guida Design de Eventos foi a resposta a esse chamamento ou dúvida existencial. E foi dessa urgência em encontrar algo que a fizesse feliz, foi desse ponto de partida que Lúcia Simões uniu as cerca de 45 pessoas presentes em torno de afectos.
Afectos pelos familiares, afectos pelos pormenores da vida, afectos pela criação artística, afectos pelos projectos profissionais. Em 45 pessoas, houve muitas ligações, mas ao mesmo tempo houve espaço para acolher os deiferentes pontos de vistas ou as diferentes vontades ou as diferentes formas com que cada um sente a felicidade.
No meu caso, o que me faz feliz é algo muito simples, mas nem sempre praticável. Adoro estar em família e com os “familiares do peito” os meus amigos. Adoro sentar toda a gente em redor de uma mesa farta de comida, de conversas, de gargalhadas, de lágrimas ao canto do olho, de sorrisos cúmplices, de tagarelices semi-adolescentes, de anedotas, de cantigas, de convívios, de afectos. Há lá coisa melhor que passar tempo de qualidade com aqueles que amamos?
Sinto que a mudança que ocorreu no Reservatório de Sensações, em que deixou de ser um repositório de textos para passar a ser um espaço e partilha de um estilo de vida rústica, também reflecte a mudança que ocorreu dentro do meu ser. “Fazer o que me faz feliz”. Há quem me ache antiquada, apenas porque gosto de estar na cozinha sem pensamentos gourmet, apenas com o intuito de alimentar a família. O que algumas pessoas se esquecem é que o alimento não é só o que se come, são também os afectos que se proporcionam, é o acompanhamento que se faz todos os dias.
Vou ali ser feliz e já volto.
Fui convidada a participar enquanto fornecedora e confesso que senti alguma ansiedade nos dias que antecederam o encontro. Sabia de ante-mão que o evento seria mais do que uma montra de produtos ou serviços, seria acima de tudo, um momento de partilha de dicas no feminino. Por isso, fiquei surpreendida quando a anfitriã do evento e mentora da Guida Design de Eventos, Lúcia Simões, conduziu a conversa e estabeleceu pontos de convívio e de interligação com o tema Felicidade.
“Fazer o que me faz feliz”. Foi este o pensamento que assolou esta profissional activa da área da Comunicação quando chegou aos 30 anos. A Guida Design de Eventos foi a resposta a esse chamamento ou dúvida existencial. E foi dessa urgência em encontrar algo que a fizesse feliz, foi desse ponto de partida que Lúcia Simões uniu as cerca de 45 pessoas presentes em torno de afectos.
Afectos pelos familiares, afectos pelos pormenores da vida, afectos pela criação artística, afectos pelos projectos profissionais. Em 45 pessoas, houve muitas ligações, mas ao mesmo tempo houve espaço para acolher os deiferentes pontos de vistas ou as diferentes vontades ou as diferentes formas com que cada um sente a felicidade.
No meu caso, o que me faz feliz é algo muito simples, mas nem sempre praticável. Adoro estar em família e com os “familiares do peito” os meus amigos. Adoro sentar toda a gente em redor de uma mesa farta de comida, de conversas, de gargalhadas, de lágrimas ao canto do olho, de sorrisos cúmplices, de tagarelices semi-adolescentes, de anedotas, de cantigas, de convívios, de afectos. Há lá coisa melhor que passar tempo de qualidade com aqueles que amamos?
Sinto que a mudança que ocorreu no Reservatório de Sensações, em que deixou de ser um repositório de textos para passar a ser um espaço e partilha de um estilo de vida rústica, também reflecte a mudança que ocorreu dentro do meu ser. “Fazer o que me faz feliz”. Há quem me ache antiquada, apenas porque gosto de estar na cozinha sem pensamentos gourmet, apenas com o intuito de alimentar a família. O que algumas pessoas se esquecem é que o alimento não é só o que se come, são também os afectos que se proporcionam, é o acompanhamento que se faz todos os dias.
Vou ali ser feliz e já volto.
Tarte de Santiago (um regresso e uma despedida)
Depois de vários meses com o forno inanimado devido a uma avaria muito foleira, estou de volta à arte de "pastelar", ao mundo das bolachinhas, biscoitos e afins. E como eu gosto de "pastelar". Estes meses parada fizeram-me perceber que de um modo geral gosto de fazer um pouco de tudo na cozinha, mas é na área da pastelaria e padaria que me sinto bem.
Para experimentar o forno decidi confeccionar uma receita inspirada no país vizinho: Tarte de Santiago. Trata-se (mais uma vez) de uma receita simples, fácil de confeccionar e que é super saborosa. A primeira vez que tive contacto com esta receita foi em Santiago de Compostela. São várias as lojas que vendem este petisco doce e por hábito os lojistas promovem esta iguaria oferecendo pequenas fatias aos turistas que passam junto aos seus espaços comerciais. Não sei se a minha tarde ficou parecida à de nossos hermanos, pois a última vez que comi Tarte de Santiago foi há muito tempo atrás. Confesso que não tenho grandes recordações. No entanto, parecida ou não, o resultado final agradou-me. Até porque, a confecção desta receita não só marcou o regresso do forno venho, como marcou também a despedida do mesmo. A partir de agora, todas as receitas serão confeccionadas num novo espaço, num novo forno, numa nova dinâmica. Mudar de casa não é fácil, mas essa conversa ficará para um novo post. Para já anotem a receita de Tarte de Santiago e experimentem.
Ingredientes
200gr de Açúcar
100gr de Amêndoa Moída
100gr de Farinha Auto levedante
5 ovos
Raspa de um limão
Batemos os ovos juntamente com o açúcar até obtermos uma mistura esbranquiçada. Juntamos a farinha e a amêndoa e batemos muito bem. Misturamos no preparado a raspa de limão. Levamos ao forno a 170ºC durante 30 minutos. O forno deve ser pré-aquecido durante 10 minutos. Após os 30 minutos, retiramos do forno de deixamos arrefecer. Polvilhamos com açúcar em pó.







