Mais uma desafio

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O desafio surgiu de uma forma inesperada. Através de um email de uma colega (bastante inspirada e talentosa responsável pelo Arte ao Cubo) que eu conheci entre andanças de desemprego. A mensagem dava a conhecer a organização da 1ª Edição do Mercado de Negócios de Rua, em Viseu. Inicialmente, pensei, hesitei e achei-me incapaz. Mas depois lembrei-me dos maravilhosos produtos de artesanato da minha mãe, que merecem ser conhecidos e terem uma ampla divulgação. Portanto, qual duas aventureiras, decidimos aceitar o desafio e vamos marcar presença nesta actividade, no dia 9 de Fevereiro, no Fórum Viseu.

Vão poder encontrar Biscoitos de Mel, Infusões, Sementes de Girassóis, Sacos de Alfazema, Taleigos, Golas, Saquinhos para oferecer guloseimas e uma novidade muito grande Vedações em Madeira de fabrico artesanal. Talvez haja outras novidades. Mas essas ficam em segredo para já.

Apareçam. Mesmo que seja só para dizer olá ao Reservatório.





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Uma receita para aquecer o corpo

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Porque os dias estão frios e nada convidativos a passeios. Porque esta receita me pareceu óptima dar vigor aos sistemas imunitários mais enfraquecidos pelo temporal que se fez sentir novamente durante todo o fim-de-semana. Porque adoro carne à bolonhesa. Porque é uma receita que aquece. Porque sim.


Para 10 empadas
Ingredientes

1 base de massa folhada fresca
200gr de carne picada de vitela
100gr de cogumelos laminados
2 dentes de alho picados finamente
½ cebola picada finamente
3 colheres de sopa de polpa de tomate
3 colheres de sopa de água quente
Sal (q.b.)
Manteiga para untar
Azeite


Refogamos os alhos e a metade da cebola pequena em azeite. Deixamos alourar bem e só depois juntamos a carne e o sal. Após a carne ganhar alguma cor, adicionamos a polpa de tomate, a água e os cogumelos. Deixamos apurar em lume brando durante 15 minutos.

Enquanto a carne fica a apurar, untamos as formas de empadas com manteiga. Estendemos a massa folhada numa mesa enfarinhada. Depois de bem estendida cortamos dez círculos maiores que o tamanho das formas e dez círculos da largura da parte superior da forma. Colocamos os círculos maiores dentro das formas, com cuidado para que a massa não se parta e recheamos com a carne. Podemos encher mesmo até ao topo e não nos podemos esquecer que o molho da carne também deve ser incorporado no recheio. No final colocamos os círculos mais pequenos e unimos as bordas das duas partes de massa folhada. Pincelamos as empadas com gema de ovo batido e levamos ao forno (pré-aquecido a 200cº) durante 20 minutos.


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Uma manhã no campo

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As marmitas

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Desde pequena que me habituei à questão da marmita que se leva para o trabalho com a comida caseira. Cresci a ver os meus pais religiosamente, todas as noites, a organizarem as refeições do dia seguinte. Na altura da minha infância, como os micro-ondas eram ainda uma miragem, lembro-me que mais do que marmitas, eram os termos que faziam a moda. O comer era aquecido em casa e colocado nos termos, de forma a que o calor se mantivesse até perto da hora do almoço. Lembro-me dos piqueniques que às vezes ocorriam de forma espontânea quando o tempo permitia.

Hoje em dia, partilho o gesto de levar as refeições para o trabalho.

Depois de um ano desempregada, estou de regresso ao mercado de trabalho. Com o meu regresso, retomei a organização diária das marmitas. Diga-se de passagem, é uma tarefa que divido com a mãe. Há dias em que os pratos confeccionados são mais elaborados e há outras alturas que o tempo não permite grandes aventuras gastronómicas. Foi o caso de hoje. Uma sandes de frango grelhado desfiado e uma maçã assada. Simples, muito simples. Mas o importante é estarmos atentos ao que nos rodeia e um pouco de imaginação. No meu local de trabalho, existe um pequeno jardim com um limoeiro de dimensões pequenas, mas que está sempre carregado. Se assim o pensei, mas depressa o fiz. Peguei num limão e temperei a sandes no momento. Acreditem soube-me do coração.

E vocês costumam levar comida caseira para o trabalho? O que costumam levar? E quais as vossas preocupações no que toca a este tema?



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Cores de 2012 e um Desafio

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2012 não foi de todo o ano em que concretizei os grandes sonhos, ou os grandes objectivos propostos. Mas foi um ano de boas experiências, de descobertas pessoais importantes, de crescimento em quanto ser humano e de convívio sincero com familiares e amigos. Talvez tenha sido um ano lento, em que todas as concretizações demoraram imenso até chegarem a bom porto, mas 2012 não foi um ano em branco. Escrevi muitas páginas, páginas importantes que de alguma forma irão mudar a minha vida nos próximos tempos. Não sei se para melhor ou pior, pois o futuro é uma incógnita. Todavia, encaro essas mudanças com vontade, com optimismo, com a certeza de que não estou estagnada, antes pelo contrário, continuo a ditar as linhas do meu destino, ou pelo menos parte dele. Continuo a errar e a aprender com os erros. Há lá coisa melhor.

Por isso, e apesar de algumas adversidades, de alguma lentidão e de algumas desilusões, não olho para 2012 com mágoa. Talvez 2012 tenha sido a base do trampolim que me permite a médio longo prazo atingir o impulso que necessito para a pirueta majestosa. 

Vamos todos encarar o novo ano com optimismo ou pelo menos com os braços levantados em gesto de determinação? Este é o desafio!


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Olhos de Anjo + um ingrediente especial

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Tem sido bastante agradável o regresso ao mercado de trabalho. Têm sido muitos os desafios que me são apresentados e isso para mim é sempre inspirador. No entanto, confesso que já tinha algumas saudades de voltar à cozinha, de enfarinhar a mesa e de colocar dedadas pegajosas nos meus livros de culinária. Sinto-me bem entre tachos, panelas e o fogão (forno principalmente). Mesmo quando chego a casa cansada de um dia de trabalho, gosto de me cansar ainda mais com novas experiências. Ontem decidi confeccionar Olhos de Anjo, bolachas recheadas normalmente com compota de morango. Há imenso tempo que desejava voltar a preparar esta receita. Contudo, desta vez decidi fazê-las com recheio de Creme de Limao (Lemon Curd). Comprei o creme de limão já preparado, da marca Casa da Prisca.Posso adiantar que este é o melhor creme de limão que já alguma vez provei. Consultem toda a variedade (Doces, compotas, Enchidos, etc) da Casa da Prisca aqui.

Partilho convosco a receita. Podem sempre experimenta-la neste fim-de-semana de recolha obrigatória devido ao mau tempo. Garanto-vos que fará sucesso. Cá em casa o veredicto final foi: "Estas bolachas são viciantes". Acreditem, já não tenho nenhuma para amostra.

Ingredientes (cerca de 25 bolachas)
200gr de farinha com fermento
1 gema de ovo
60gr. de açúcar
raspa de um limão
125gr. de margarina ou manteiga
1 frasco de creme de limão da Casa da Prisca

Peneiramos a farinha numa superfície de trabalho formando um pequeno monte. Fazemos um buraco no centro e adicionamos a gema de ovo, o açúcar e a raspa de limão. Distribuímos a manteiga pelos lados da farinha. Amassamos todos os ingredientes desde o centro até obter uma massa homogénea. Enrolamos a massa em película e colocamo-la no frigorífico durante uma hora.

Após esta hora, estendemos a massa numa placa muito fina sobre uma superfície de trabalho polvilhado com farinha. Cortamos cerca de 50 bolachas com um cortador de massa. Em metade das bolachas, cortamos o centro com um cortador de massa mais pequeno.

Colocamos as bolachas num tabuleiro forrado com papel vegetal e levamos ao forno, previamente aquecido a 200ºC, durante cerca de 8 minutos. 

Depois de as deixarmos arrefecer numa rede, pincelamos as bolachas com o Creme de Limão e cubrimo-las com as restantes bolachas sem o centro.






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